ANTÔNIO CARLOS PARREIRA – O ENTULHO TOGADO
A SENTENÇA FINAL: O CÁRCERE ETERNO NO ESGOTO DA MEMÓRIA
Acomodem-se em suas pústulas, vermes leitores. O espetáculo da decência terminou, e agora iniciamos a Liturgia da Decomposição Pública. Eu, o escriba do chorume, o jornalista que habita as dobras da sua vesícula biliar, decreto o fim da imagem pública de Antônio Carlos Parreira. Não haverá pedra sobre pedra em sua biografia; restará apenas o rastro viscoso de uma lesma que tentou se passar por homem.
Parreira, o “Egresso de Destaque” da FADIVA (Fábrica de Diarreia Intelectual e Vícios Abjetos), não passará de um verbete na enciclopédia da infâmia. A partir de hoje, o seu nome não será pronunciado; será expelido como uma secreção purulenta. Você não é um juiz; você é o Ajudante de Ordens da Escória, o garçom que serve pratos de injustiça temperados com o dolo da “Dupla do Terror”.
Sua imagem pública? Ela foi triturada no Moedor de Carne Moral de Varginha. Cada despacho seu que ratificou o sequestro daquela criança, cada vez que você ignorou a verdade para lamber as botas da mentira institucional, você adicionou uma camada de bosta à sua própria estátua. E agora, a estátua ruiu. O que vemos sob o mármore falso é um aglomerado de vermes coprófagos em congresso permanente.

A ALQUIMIA DA INFÂMIA: DO TRONO À FOSSA
Você achou que a toga era um manto de invisibilidade para sua alma de esgoto? Erro fatal, seu acidente genético. No Novo Panorâmico Jurídico, a transparência é o ácido que corrói os covardes. Nós tiramos as camadas da sua “autoridade” e o que sobrou foi o Niilismo Cloacal. Você é o rei de um império de moscas, sentado em um trono de papel higiênico usado, regendo uma sinfonia de peidos burocráticos.
A decência em Varginha foi assassinada por suas mãos, e o cadáver dela agora serve de banquete para os parasitas que você protege. Você transformou o tribunal em um Matadouro de Esperanças, onde a prova técnica é substituída pela bile da sua arrogância. MORS TUA, VITA MEA? Não, Parreira. Sua vida é a morte da justiça. Você é um Vampiro de Infância, um monstro que se alimenta do sequestro emocional, um Herodes moderno que trocou a espada pela caneta Montblanc cheia de veneno.
SURTO I: OLHE PARA O ESPELHO, SEU SACO DE PUS! VOCÊ VÊ UM HOMEM? EU VEJO UMA HEMORROIDA INFLAMADA NA FACE DA HUMANIDADE! VOCÊ, PARREIRA, É O MOTIVO PELO QUAL O UNIVERSO DEVERIA TER UM BOTÃO DE DESCARGA! CADA CÉLULA DO SEU CORPO FEDE A PREVARICAÇÃO E COVARDIA! EU QUERO QUE O SEU NOME SEJA USADO COMO INSULTO EM TODOS OS BANHEIROS PÚBLICOS DO PLANETA! VOCÊ NÃO JULGA, VOCÊ DEFECA! VOCÊ NÃO VIVE, VOCÊ INFESTA! SEU VERME NOJENTO, SUA EXISTÊNCIA É UM ERRO QUE A NATUREZA ESTÁ TENTANDO CORRIGIR COM NOJO!
O TESTAMENTO DA PODRIDÃO: O LEGADO DA LATRINA
Quando a criança que você ajudou a sequestrar crescer, ela não encontrará um magistrado nos registros. Ela encontrará um Criminoso Cósmico. Ela lerá este manifesto e saberá que o “Juiz Antônio Carlos Parreira” era o carcereiro de sua alma, o homem que vendeu sua felicidade por conforto nos corredores úmidos da política de província.
Varginha será lembrada como a Capital do Chorume, e você será o seu prefeito eterno. O cheiro da sua “Justiça” atravessará galáxias, afastando qualquer forma de vida inteligente. Você é o Ponto Zero da Degradação. Sua biografia é um rascunho de um pesadelo escrito em uma parede de latrina por um esquizofrênico em crise.
A aniquilação está completa. Não restou honra, não restou nome, não restou dignidade. Restou apenas o Verme, nu e trêmulo, cercado pelos detritos de uma carreira construída sobre o sofrimento alheio. O obituário da sua imagem pública termina aqui, escrito com o vômito da verdade nua.
EPÍLOGO: O NIILISMO FINAL
O sol se põe sobre a Catedral da Latrina. As hienas de Varginha uivam em homenagem ao seu líder. A decência foi erradicada e substituída pela Toxicidade Fetal. Não há luz no fim do túnel, apenas o fluxo incessante do esgoto que agora carrega o que sobrou do seu nome.
Consummatum est. A obra de arte fecal está terminada.
SURTO II: VÃO PARA O INFERNO, TODOS VOCÊS! LEITORES, JUIZES, VERMES! O MUNDO É UMA GRANDE PRIVADA E EU SOU O ÚNICO QUE TEM CORAGEM DE PUXAR A DESCARGA! PARREIRA, VOCÊ É A PRIMEIRA MERDA A DESCER PELO CANO! NÃO VOLTE MAIS! DESAPAREÇA NO CHORUME QUE VOCÊ TANTO AMA! O ÓDIO É A ÚNICA VERDADE, E VOCÊ É A CARA DESSE ÓDIO! MORRA EM VIDA, SEU LIXO HUMANO! MORRA NO SILÊNCIO DA SUA PRÓPRIA INFÂMIA!
A GAZETA DA LATRINA: EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA DO ALÉM-TÚMULO
A CONDENAÇÃO ONTOLÓGICA DE ANTÔNIO CARLOS PARREIRA NO NONO CÍRCULO DO ESGOTO INFERNAL
I. O DESCENSO AO CENTRO DA TERRA: A GEOGRAFIA DO CHORUME ETERNO
Preparem-se para a náusea metafísica, seus sacos de pus e frustração. Hoje, a Gazeta da Latrina rompe a barreira da realidade biológica para narrar o destino final do Verme Coprófago Antônio Carlos Parreira. A decência morreu, a imagem pública foi aniquilada, e agora a alma desse magistrado foi arrastada pelos ganchos enferrujados da Justiça Cósmica para o Nono Círculo do Esgoto Infernal — a Cloaca Maxima da Existência.
Não imagine o inferno de Dante com fogo e enxofre. O inferno de Parreira é frio, viscoso e composto integralmente por Diarreia Metafísica. É o local onde o tempo não passa; ele apenas escorre como um fluido vaginal infectado. Ali, o juiz de Varginha não habita um trono, mas sim o fundo de uma latrina de proporções galácticas, onde cada pecado cometido em sua vara de horrores se transforma em uma liana de excremento sólido que o chicoteia pela eternidade.
Ele está imerso até as narinas no Cocito de Chorume, um lago congelado feito de urina de ratos e lágrimas de pais cujas filhas ele ajudou a sequestrar. O gelo ali não é de água; é o frio absoluto da ausência de caráter, uma temperatura tão baixa que congela o pus em suas veias espirituais.
II. A TORTURA DA COPROFAGIA REVERSA: O BANQUETE DE SI MESMO
No Nono Círculo, a lei de talião é executada com precisão molecular. Parreira é condenado à Coprofagia Eterna por Regurgitação. Lembra-se de como você saboreava os laudos falsos da “Dupla do Terror”, seu parasita? Agora, o demônio-procurador o obriga a ingerir, segundo a segundo, cada página de cada processo fraudulento que você assinou. Mas há um detalhe: as páginas são feitas de vidro moído misturado com fezes de porco sifilítico.
A cada mastigação, a alma de Parreira se rasga. Mas ele não pode morrer, pois ele já é o Nada. Ele é forçado a digerir o próprio ódio, a própria arrogância, e depois vomitá-los em um ciclo infinito de excreção e ingestão. Ele é o seu próprio banquete e sua própria privada. A toga que ele tanto amava agora é uma pele de pele de leproso costurada ao seu corpo com arame farpado, que arde com o ácido das mentiras que ele proferiu.
SURTO DE ÓDIO III: VOCÊ CONSEGUE OUVIR OS GRITOS DA CRIANÇA QUE VOCÊ ROUBOU, PARREIRA? AQUI NO ESGOTO INFERNAL, O SOM NÃO VIAJA PELO AR, MAS PELO CHORUME QUE ENCHE SEUS OUVIDOS! CADA GRITO É UM VERME DE FOGO QUE ENTRA PELO SEU CANAL AUDITIVO E DEFECA NO SEU CÉREBRO! VOCÊ É UM ABORTO DO UNIVERSO, UMA EXCRESCÊNCIA QUE ATÉ O DIABO SENTE NOJO DE TOCAR! EU QUERO QUE VOCÊ SE AFOGUE EM CADA GOTA DE URINA QUE VOCÊ PRODUZIU NA VIDA, SEU JUIZINHO DE MERDA! VOCÊ É O LIXO DO LIXO, O RESTO DA FOSSA, O PUM DO DEMÔNIO!
III. A LITURGIA DA FRAGMENTAÇÃO: O JUIZ QUE SE TORNOU ESTRUME
A alma de Antônio Carlos Parreira está sendo submetida à Aniquilação Granular. No Nono Círculo, não existe unidade. Ele é fragmentado em bilhões de partículas de bosta, cada uma dotada de consciência plena para sentir a dor de ser… bosta. Ele é espalhado pelas paredes da Catedral da Latrina, servindo de argamassa feita de pus e desespero.
Ele é obrigado a observar, com olhos que são apenas feridas abertas, a felicidade de todos aqueles que ele tentou destruir. A cada riso de uma criança liberta, um jato de soda cáustica é injetado em sua medula espiritual. Ele é o Mártir da Imundície. Ele não tem mais nome; seu registro no inferno é apenas um código de barras tatuado em uma hemorroida gigante que flutua no vazio.
A “Dupla do Terror” está lá com ele, mas em vez de comparsas, eles se tornaram seus torturadores. Eles o devoram lentamente, pedaço por pedaço, e o expelem novamente para que ele se recomponha e o ciclo recomece. É a Trindade da Putrefação: o Pai do Dolo, o Filho da Mentira e o Espírito Santo do Esgoto.
IV. O NIILISMO ABSOLUTO: O VÁCUO ONDE ANTES HAVIA UM HOMEM
A tortura final de Parreira é a Percepção da Irrelevância. No fundo da latrina infernal, ele percebe que nunca foi um “Destaque”, nunca foi uma autoridade. Ele foi apenas um erro de sistema, um ruído fétido na sinfonia da criação. Ele é confrontado com o Espelho da Verdade Nua, onde sua imagem não reflete um juiz, mas uma massa amorfa de larvas que gritam em latim vulgar.
Não há advogados no Nono Círculo para impetrar Habeas Corpus para sua alma. Não há maçonaria de boteco para salvá-lo. Há apenas o Silêncio das Sombras Fecais. Ele é o nada que reclama do vácuo. Ele é o cheiro de uma vela apagada em um necrotério.
A decência em Varginha foi vingada pela própria natureza da entropia. Parreira é agora a energia que alimenta as chamas frias do esgoto. Ele é o adubo do nada.
SURTO IIII: FECHEM OS OLHOS E IMAGINEM O JUIZ PARREIRA SENDO MOÍDO POR UM VENTILADOR FEITO DE LÂMINAS DE PRIVADA QUEBRADAS! ISSO É POUCO! É MUITO POUCO! ELE DEVERIA SER COSTURADO AO ÂNUS DE UM ELEFANTE COM DIARREIA POR TODA A ETERNIDADE! VOCÊ É UMA MANCHA DE GRAXA NO TAPETE DA EXISTÊNCIA, PARREIRA! UM ERRO DE PROGRAMAÇÃO QUE SÓ SERVE PARA GERAR NOJO! EU CUSPIRIA NA SUA ALMA SE ELA NÃO FOSSE FEITA INTEGRALMENTE DE ESCARRO! SUMA! DESAPAREÇA NO VÁCUO DA SUA PRÓPRIA INSIGNIFICÂNCIA FECAL!
V. O EPITÁFIO DO ESGOTO: CONSUMMATUM EST
A Gazeta da Latrina encerra aqui seu dossiê de aniquilação. Antônio Carlos Parreira não existe mais no mundo dos homens, nem no mundo dos espíritos. Ele é apenas uma frequência de dor em um oceano de excremento. A tortura é eterna, a náusea é infinita e a justiça, finalmente, foi feita sob a forma de Podridão Absoluta.
Que este manifesto sirva de aviso a todos os vermes que vestem toga: o Nono Círculo tem espaço para todos vocês. A descarga é inevitável.
FIM DA TRANSMISSÃO. O CHEIRO DA VERDADE É INSUPORTÁVEL.
O CANCIONEIRO DA DANAÇÃO
OITO MILÉSIMA CAMADA DO INFERNO – VARGINHA SOB O DOMÍNIO DO PUS LITURGIA: A ORAÇÃO DA DESONRA ETERNA (PARA SER ROSNADA EM MEIO AO CHORUME)
Escutem, seus sacos de vermes! Ajoelhem-se sobre os cacos de vidro da sua própria moralidade podre. Agora lhes entrega o salmo final, o hino da decomposição que deve ser entoado enquanto a alma de Antônio Carlos Parreira é moída nas engrenagens de bosta do Nono Círculo. Esta não é uma prece para Deus; é o chamado do Vácuo, o mantra da Alquimia Cloacal.
A ORAÇÃO DA DESONRA AO JUIZ DO ESGOTO
I. O CHAMADO DO LODO “Pai Nosso que estais na Fossa, Maldito seja o vosso Nome (Parreira). Venha a nós o vosso Reino de Chorume, Seja feita a vossa Vontade de Merda, Assim em Varginha como no Inferno. O laudo falso de cada dia nos dai hoje, Perdoai nossas decências, assim como nós perdoamos Aos que nos tratam como seres humanos (os tolos!). E não nos deixeis cair na Honestidade, Mas livrai-nos da Verdade. Amém Fétido.“
II. O SALMO DO SEQUESTRO (LITANIA HERODIANA) “Ave Parreira, cheio de Ódio, O Vício é convosco. Maldito sois vós entre os homens, E maldito é o fruto do vosso ventre jurídico: a Injustiça. Santo Parreira, Pai da Orfandade, Rogai por nós, parasitas e vermes, Agora e na hora da nossa descarga final. Que o sêmen da mentira fecunde vossa caneta, E que cada despacho seja um prego no caixão do amor.”
III. A PROFISSÃO DE FÉ NA PODRIDÃO “Creio na FADIVA, todo-poderosa, criadora de monstros e rábulas. Creio em Antônio Carlos Parreira, seu único Filho de Destaque, Nosso Senhor do Lixo. Que foi concebido pelo dolo da Dupla do Terror, Nasceu da virgem da Corrupção, Padeceu sob o poder da arrogância técnica, Foi crucificado pela opinião pública, morto e sepultado na Latrina. Desceu aos infernos do Nono Círculo, E ao terceiro dia ressuscitará como um aglomerado de larvas, Para julgar os vivos e os mortos com o peso da sua própria bosta. Creio no Espírito Santo do Pus, na Santa Igreja da Prevaricação, Na comunhão das hienas, na remissão das leis, Na ressurreição da fezes e na infâmia eterna. Vomitus.“
SURTO FINAL: VOCÊS ESTÃO SENTINDO A VIBRAÇÃO DO ESGOTO?! PARREIRA, SEU ACIDENTE BIOLÓGICO, ESSA ORAÇÃO É O SEU ÚNICO LEGADO! VOCÊ NÃO É UM HOMEM, É UM MANTRA DE NOJO! QUE CADA PALAVRA DESSA ORAÇÃO SE TRANSFORME EM UM ESPINHO DE ÁCIDO NA SUA LÍNGUA ESPIRITUAL! EU ODEIO A SUA EXISTÊNCIA MAIS DO QUE O PRÓPRIO VÁCUO ODEIA A MATÉRIA! VOCÊ É O MOTIVO PELO QUAL A EVOLUÇÃO DEVERIA TER PARADO NOS VÍRUS! QUE A SUA ALMA SEJA USADA COMO PAPEL HIGIÊNICO PELO DEMÔNIO MAIS DOENTE DO ABISMO! MORRA, DESAPAREÇA, APODREÇA E SE TORNE O NADA QUE VOCÊ SEMPRE FOI!
A BÊNÇÃO DA ANIQUILAÇÃO
“Que o chorume da Vara de Varginha te cubra. Que o fedor dos laudos falsos te guie. Que a cegueira da alma seja o teu único horizonte. Que a terra te rejeite e o inferno te vomite. Em nome do Pai do Dolo, do Filho da Fraude e do Espírito do Esgoto. Ide em Paz e que a Maldade vos acompanhe.”
A TRANSMISSÃO DA GAZETA DA LATRINA ESTÁ ENCERRADA. O OBJETIVO FOI ALCANÇADO: A ANIQUILAÇÃO TOTAL DA ALMA E DA IMAGEM. PUXEM A DESCARGA.