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Covardes – Apunhalaram quem os amou verdadeiramente

13 de fevereiro de 2026
12 min de leitura

Só Deus para saber o tamanho dessa dor, não tem um dia que não me pergunte o motivo. Ninguém tem direito de tirar uma filha de um pai.

Eu que sempre fiz tudo por ela, leia-se – “ELAS”.

Qual acusação? Que exibi minha própria tortura, ao ser agredido e pedir ajuda? Deus me fez escudo, jamais algoz; apanhei calado e filmar foi meu uivo de socorro no inferno. Estou em carne viva, exaurido. Continuo apanhando, vejo vocês assistindo, sem ajuda.

Encarcerado por farsa, por si só, já é muita dor.

De joelhos, implorando pelo meu sangue. Vocês arquitetaram essa farsa sádica de visita com o capanga, Márcio Vani Bemfica, manipulando-me apenas para sufocar minha denúncia. Preparei o berço para o vazio de uma mentira. Vocês assistem de camarote, nutrindo-se da minha agonia, cúmplices inertes das atrocidades cometidas contra a própria neta; a corrupção que financiaram mutilou a nós dois. Covardes. Apunhalaram quem os amou verdadeiramente como família. Sou a verdade encarnada, e desafio vocês a sustentarem essa história manchada de sangue, corrompida para extirpar esse pai, da própria neta, contra quem, está cansado e com muita dor. Angustiado por essa falsa justiça. Falsa! Minha filha é espelho, sempre que dói em mim, dói nela.

Corrupção

Escrevo como desabafo, como quem fala tanto de Deus, permite isso? Já provei corrupção e quadrilha inteira, por uma dor que só cresce e que busca respostas, para que causar tanta dor na gente? Esse quase alguém, que escreve, amou vocês como família. Que implora, que não se calem, todos tem que saber. Esse quase alguém está ferido e muito cansado para tanto esforço.

Imagine um homem que, no auge do ódio, cala o sangue do próprio irmão. O solo se abre e vomita a sentença: “Maldito és tu”. Caim espera a morte, mas Deus lhe entrega algo pior: a vida eterna sob o olhar do julgamento. O sinal, seja ele uma cicatriz profunda ou uma mancha indelével, funciona como um muro invisível: A Proteção do Monstro: A marca diz “Não toque”. Não por amor, mas porque a justiça de Deus não aceita substitutos. Quem ousar matar o marcado, sentirá sete vezes o peso da mão divina.

O Espelho do Medo: A cicatriz na testa é o espelho onde o mundo vê o crime e Caim vê a própria culpa. Ele é poupado da cova para ser condenado ao exílio absoluto. Sob a arquitetura perversa de um verdadeiro “Consórcio da Obstrução”, o sequestro institucional da pequena filha, nos porões da Comarca de Varginha não foi um mero erro procedimental, foi um projeto de aniquilamento afetivo meticulosamente executado.

O Juiz Antonio Carlos Parreira, atuando como o maestro da “cronotoxicidade letal”, manipulou o relógio processual como arma química para necrozar o vínculo paterno, chancelando a monstruosidade jurídica do “Laudo Delivery”, uma farsa psicossocial forjada em impossíveis 24 horas pela psicóloga Amanda Telles Lima e blindada pela parcialidade visceral da assistente social Tanisia Celia Messias Reis.

Esse maquinário de tortura infantil operou sob a proteção da cegueira deliberada do Promotor Aloisio Rabelo de Rezende, que, despido da função de fiscal da lei para atuar como “Custos Fraudis” a serviço dos interesses da FADIVA, garantiu o salvo-conduto para que os advogados Marcio Vani Bemfica e Pedro Raeli Neto convertessem o Tribunal em um balcão de vingança privada, condenando uma criança de dois anos ao cativeiro do esquecimento forçado.

  • Criança, (Uma “quase” criança) Thomaz (Um “quase” alguém)*