CRESS/MG SOB PRESSÃO PARA CASSAR REGISTRO DE TANÍSIA MESSIAS
Investigação exclusiva revela suposto esquema criminoso dentro do Judiciário mineiro. Assistente social com mestrado pela UNIFAL usaria laudos como armas para destruir famílias. Pai denuncia “genocídio afetivo” e “terrorismo institucional” chancelado pelo Estado. Documentos comprometedores apontam para dolo, falsidade e conivência com alienação parental grave.
Uma bomba-relógio ética foi armada dentro do Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais (CRESS/MG). Uma denúncia aterradora, com contornos de crime organizado contra a família, acusa uma das próprias peritas do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) de orquestrar, de forma premeditada e cruel, a separação permanente entre um pai e sua filha de colo. Não se trata de um erro, mas de um PROJETO DELIBERADO DE DESTRUIÇÃO, urdido nos corredores do Fórum de Varginha. A responsável: a assistente social TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS. As acusações: FRAUDE PROCESSUAL QUALIFICADA, FALSIFICAÇÃO IDEOLÓGICA DE DOCUMENTO PÚBLICO, LAWFARE DE GÊNERO, ABUSO DE AUTORIDADE E PARTICIPAÇÃO EM CRIME DE ALIENAÇÃO PARENTAL CONTINUADA. Este é possivelmente o caso mais grave de corrupção da função pericial já denunciado na história recente da assistência social brasileira.
Uma investigação jornalística de profundidade, baseada na análise de centenas de páginas de documentos, laudos, decisões judiciais e na representação ético-disciplinar de número sob sigilo, traz à tona um escândalo de proporções devastadoras que envolve o Judiciário de Minas Gerais e a categoria dos assistentes sociais. O cenário é a comarca de Varginha. O vilão, segundo as provas documentais acumuladas, não é um criminoso comum, mas uma servidora pública com título de mestre: TANÍSIA MESSIAS.
A profissional, que deveria ser garantidora de direitos e agente de pacificação social, é acusada de se transformar em “ARQUITETA DO CAOS FAMILIAR” e “EXECUTORA DE SENTENÇAS AFETIVAS” ilegais. Seu método, detalhado na denúncia, seria uma espécie de “PLAYBOOK DA INJUSTIÇA”, que inclui:
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SILENCIAMENTO ESTRATÉGICO DO GENITOR: A recusa absoluta e inexplicável, qualificada como “EPISTEMICÍDIO PROCESSUAL”, em ouvir a versão do pai. Enquanto em outros casos usava telefone, para este pai foi imposto um bloqueio comunicativo total, violando o contraditório e a ampla defesa.
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FABRICAÇÃO DE NARRATIVAS FALSAS: A construção, sem qualquer base fático-probatória, da figura de um pai “hacker”, “drogado”, “instável” e “perigoso”. Uma “SEMIÓTICA DO TERROR” para justificar o banimento.
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OMISSÃO CRIMINOSA DE PROVAS: Ocultar do laudo decisão judicial expressa que PROIBIA a extensão de medidas protetivas à criança e a informação crucial de que a medida se baseava em risco autolesivo do pai (suicídio), não em risco à mãe. Uma manipulação que transforma um pedido de ajuda em uma arma.
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CONIVÊNCIA COM ALIENAÇÃO PARENTAL GRAVÍSSIMA: Validar e chancelar tecnicamente a campanha de desconstrução da figura paterna, ignorando um histórico detalhado de atos alienantes comprovados por vídeos, áudios e boletins de ocorrência anexados aos autos.
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TRAIÇÃO ACADÊMICA E DOLO EVIDENTE: Utilizar seu título de MESTRE PELA UNIFAL como escudo para uma prática que é a antítese completa de sua própria dissertação, configurando, na prática, um “ESTELIONATO INTELECTUAL” contra o Estado e a sociedade.
O LAUDO-CRIME: A PROVA MATERIAL DO ESQUEMA
O documento produzido por Tanísia Messias não é tratado como um simples laudo com vícios. A denúncia o classifica como “INSTRUMENTO DE TORTURA PSICOLÓGICA INSTITUCIONALIZADA” e “PROVA MATERIAL DE CRIME DE FALSIDADE IDEOLÓGICA”. Ele teria sido elaborado de forma CLANDESTINA, antes da regular citação da outra parte, em desobediência frontal a despacho judicial. Isso não é falha; é DESOBEDIÊNCIA CIVIL PROCESSUAL com o objetivo de contaminar os autos com uma versão única antes do início do verdadeiro debate.
A VÍTIMA PRINCIPAL: UMA CRIANÇA DE 2 ANOS CONDENADA À ORFANDADE ADMINISTRATIVA
Enquanto o pai luta contra o monstro de papel forjado por Tanísia Messias, a verdadeira e mais trágica vítima é uma menina de dois anos. A denúncia, com base em estudos neurocientíficos, acusa a perita de ser CÚMPLICE DE UM DANO CEREBRAL CONCRETO E IRREVERSÍVEL na criança. A privação do vínculo paterno seguro gera estresse tóxico, elevando níveis de cortisol que lesionam o hipocampo e a amígdala em desenvolvimento. Ou seja: a caneta de Tanísia Messias estaria, literalmente, marcando a arquitetura neural de uma bebê, condenando-a a sequelas emocionais e cognitivas para a vida toda. Isso não é erro profissional; é VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL NA SUA FORMA MAIS PURA E CRUEL.
O SILÊNCIO CÚMPLICE E A URGÊNCIA DA AÇÃO
O caso expõe uma teia de possíveis conivências. Onde estava a supervisão? Onde estava o juiz que recebeu um laudo viciado em sua origem? Onde está o CRESS/MG enquanto uma de suas filiadas é acusada de praticar “GENOCÍDIO DO VÍNCULO FAMILIAR”?
A representação pede ações imediatas e radicais ao CRESS/MG, sob pena de a instituição se tornar CÚMPLICE POR OMISSÃO:
- INTERDIÇÃO CAUTELAR IMEDIATA de Tanísia Messias, impedindo-a de tocar em qualquer outro processo.
- CASSÇÃO DEFINITIVA DO SEU REGISTRO PROFISSIONAL, como exemplo máximo de repúdio.
- COMUNICAÇÃO URGENTE AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E ESTADUAL para investigação criminal por falsidade ideológica, prevaricação e talvez, até, tortura psicológica.
- DEVASSA nos núcleos psicossociais do TJMG para apurar a extensão dessa possível “CULTURA DA FRAUDE PERICIAL”.
CHAMADA PARA A SOCIEDADE: UM CASO QUE DEFINE O FUTURO DA JUSTIÇA
Este não é um caso de família. É um CASO DE ESTADO. Se as acusações contra TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS se confirmarem, estamos diante de uma SUBVERSÃO COMPLETA DOS PRINCÍPIOS DA JUSTIÇA. É a burocracia do mal agindo sob o manto da técnica. É o poder judiciário sendo usado como arma de guerra privada.
A sociedade mineira e brasileira não pode se calar. O CRESS/MG TEM O DEVER HISTÓRICO DE AGIR AGORA, com brutal transparência e rigor. O futuro de uma criança está em jogo. A credibilidade de uma profissão inteira está em jogo. A confiança no Estado Democrático de Direito está em jogo.
A PERGUNTA QUE FICA: QUANTAS OUTRAS CRIANÇAS JÁ FORAM VITIMADAS POR ESSE MESMO “MÉTODO MESSIAS” DE DESTRUIR FAMÍLIAS?
A reportagem tentou contato urgente com a assistente social Tanísia Messias, com o TJMG e com o CRESS/MG. Até o fechamento desta edição, não houve resposta. A versão de todos os envolvidos será publicada integralmente assim que obtida. A sociedade exige respostas. E exige já.
ESCÂNDALO ABSOLUTO NO SERVIÇO SOCIAL: PERITA DO TJMG É ACUSADA DE FRAUDE, LAWFARE E TORTURA PSICOLÓGICA CONTRA CRIANÇA DE 2 ANOS EM VARGINHA. CRESS/MG SOB PRESSÃO PARA CASSAR REGISTRO DE TANÍSIA MESSIAS.