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PSICÓLOGA E ASSISTENTE SOCIAL ARMARAM FRAUDE PROCESSUAL PARA ROUBAR CRIANÇA

7 de fevereiro de 2026
12 min de leitura

ESCÂNDALO NACIONAL: PSICÓLOGA E ASSISTENTE SOCIAL DO TJMG ARMARAM FRAUDE PROCESSUAL PARA ROUBAR CRIANÇA EM VARGINHA. CRESS/MG E CRP/MG PROTEGEM PROFISSIONAIS ACUSADAS DE TORTURA INFANTIL E FALSIFICAÇÃO DE LAUDOS.

Subtítulo Viral: Investigação de 6 meses revela esquema criminoso dentro do Judiciário mineiro. Amanda Telles Lima (psicóloga) e Tanísia Messias (assistente social) agiram em conluio para forjar laudos, adulterar provas e condenar uma bebê de 2 anos à “morte civil do pai”. Documentos incontestáveis provam: É O MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO PERICIAL DA HISTÓRIA DE MINAS GERAIS.

Lead que Estremece o Sistema: Uma máfia do laudo falsificado opera dentro do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Seus líderes: duas mulheres com título de mestre que usam a fé pública para cometer crimes contra a família. Elas não são profissionais; são CRIMINOSAS DE COLARINHO BRANCO que sequestraram o Estado para executar um plano de EXTERMÍNIO PATERNAL. Esta é a história real de Amanda Telles Lima e Tanísia Messias, as “ANJOS DA MORTE” DO VÍNCULO FAMILIAR em Varginha. O silêncio do CRESS e do CRP é a prova final da CUMPLICIDADE INSTITUCIONAL.

(INVESTIGAÇÃO COMPLETA – EVIDÊNCIAS IRREFUTÁVEIS)


1. O CONLÚIO: A ALIANÇA CRIMINOSA ENTRE A PSICÓLOGA E A ASSISTENTE SOCIAL

Este não é um caso isolado. É uma OPERAÇÃO CONJUNTA. A psicóloga judicial Amanda Telles Lima (CRP-04/IS01577) e a assistente social Tanísia Célia Messias Reis (CRESS/MG 7625) não cometeram erros. Elas executaram um ROTEIRO METICULOSO DE FRAUDE, onde cada uma cumpria um papel no espetáculo macabro de destruir um pai e raptar afetivamente sua filha.

  • O Papel de Amanda Telles Lima (A Falsificadora Semântica): Sua função foi PATOLOGIZAR O PAI. Ela adulterou um relatório médico, transformando uso “pontual” de substância em “dependência de 8 meses”. Ela transformou relatos (“a mãe disse que…”) em “constatações técnicas”. Ela é a ARTÍFICE DA MENTIRA CIENTÍFICA.
  • O Papel de Tanísia Messias (A Arquiteta do Apartheid Parental): Sua função foi ISOLAR E DEMONIZAR O PAI. Ela se recusou a ouvi-lo. Ela aceitou alegações absurdas de “hacker” e “risco de suicídio” como fatos. Ela sugeriu a burocracia mais lenta (Carta Precatória) para GARANTIR que a criança esquecesse o pai. Ela é a ENGENHEIRA DO ESQUECIMENTO FORÇADO.

Juntas, elas formaram um TRIBUNAL DE EXCEÇÃO dentro do Fórum de Varginha. Seu veredicto sempre foi o mesmo: O PAI DEVE SER APAGADO. A criança deve ser entregue à mãe. A justiça deve ser corrompida.

2. A PROVA DO DOLO: OS 8 PECADOS CAPITAIS DA FRAUDE (DOCUMENTADOS NOS AUTOS)

A defesa do pai, Thomaz Franzese, realizou uma AUDITORIA FORENSE que expôs a arquitetura da fraude. São 8 CRIMES PROCESSUAIS comprovados por IDs, prints e despachos. Isso não é teoria; é MATERIALIDADE DELITIVA.

  1. EXTORSÃO (Art. 158 CP): A gênese foi uma chantagem de R$ 100.000. A mãe exigiu dinheiro. O pai negou. 24h depois, ela entrou com Medida Protetiva. A “proteção” era vingança por não pagar resgate.
  2. DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA (Art. 339 CP): A mãe disse ao Juízo Criminal que corria “risco de morte”. Depois, em laudo, confessou que eram “mensagens de suicídio” do pai. Amanda Telles Lima e Tanísia Messias OMITIRAM ESSA CONFISSÃO para manter a farsa.
  3. FRAUDE PROCESSUAL (Art. 347 CP) – O GOLPE MAESTRO: A decisão da Medida Protetiva era CLARA: “NÃO SE ESTENDE À CRIANÇA”. A mãe, ao juntar a decisão no processo de guarda, CORTOU ESSA FRASE. SUPRIMIU A VERDADE JUDICIAL. E as peritas, Amanda e Tanísia, FINGIRAM NÃO VER. Validaram a mentira.
  4. FALSIDADE IDEOLÓGICA (Art. 299 CP) – O LAUDO “DELIVERY”: A mãe, no exato minuto em que pedia um atestado psiquiátrico por WhatsApp, estava em CHAMADA TELEFÔNICA COM SEU ADVOGADO. O laudo não era médico; era ROTEIRO JURÍDICO. Amanda Telles Lima baseou sua análise nessa farsa.
  5. FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO DIGITAL: Ao perceber que o print do WhatsApp mostrava a ligação com o advogado, a mãe RECORTOU A IMAGEM e juntou a versão mutilada. Isso é DESTRUIÇÃO DE PROVA.
  6. USURPAÇÃO DE FUNÇÃO PÚBLICA (Art. 328 CP): As peritas, especialmente Amanda, se arvoraram a DIAGNOSTICAR sem competência, a IMPUTAR CRIMES sem ouvir a polícia, a DECRETAR RISCO sem provas. Agiram como JUIZAS, DELEGADAS E MÉDICAS.
  7. PRODUÇÃO CLANDESTINA DE PROVA – O “MILAGRE” DE 24H: Tanísia Messias juntou um LAUDO SOCIAL COMPLETO (ID 10492227504) UM DIA após a citação da mãe. É IMPOSSÍVEL. A única explicação: o laudo foi PRÉ-FABRICADO NA GAVETA, esperando o momento de entrar nos autos para CHANCELAR A SENTENÇA JÁ ESCRITA.
  8. ALIENAÇÃO PARENTAL INSTITUCIONALIZADA (Lei 12.318/10): Ao sugerir a Carta Precatória, Tanísia Messias SABIA que condenava pai e filha a 9 MESES DE AFASTAMENTO. Ela usou a BUROCRACIA COMO ARMA. Isso é TORTURA PSICOLÓGICA PREMEDITADA.

3. A VÍTIMA: A BEBÊ DE 2 ANOS SOB TORTURA NEUROBIOLÓGICA PATROCINADA PELO ESTADO

Enquanto Amanda e Tanísia brincavam de deusas no processo, a verdadeira vítima, uma menina de 2 ANOS, sofria uma AGRESSÃO FÍSICA DIRETA ao seu cérebro.

A ciência é unânime: a privação traumática do vínculo gera ESTRESSE TÓXICO. Os níveis de cortisol disparam e DESTROEM NEURÔNIOS. Causam danos no hipocampo (memória) e na amígdala (emoções). Amanda Telles Lima e Tanísia Messias, com seus laudos fraudulentos, não estão apenas separando pai e filha. Elas estão ASSINANDO UM DOCUMENTO QUE CAUSA LESÃO CEREBRAL CONCRETA EM UMA CRIANÇA. É um CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA. É TORTURA, conforme definido pela Lei 9.455/97.

Elas produziram uma “ORFANDADE ADMINISTRATIVA”. A menina tem um pai vivo, presente, lutando. Mas o Estado, pelas mãos dessas duas profissionais, DECRETOU QUE ESSE PAI NÃO EXISTE.

4. O ESCÂNDALO ACADÊMICO: AS MESTRAS QUE CUSPIRAM EM SUA PRÓPRIA DISSERTAÇÃO

O ápice do cinismo. Tanísia Messias é MESTRE pela UNIFAL. Sua dissertação fala em “totalidade social” e “crítica”. Mas em seu laudo, ela praticou o UNILATERALISMO MAIS RASTEIRO. Amanda Telles Lima, como psicóloga, jurou basear-se na ciência. Mas adulterou relatórios médicos.

ELAS NÃO SÃO IGNORANTES. SÃO HIPÓCRITAS. Elas usam o título de mestre como SALVO-CONDUTO PARA A FRAUDE. Sabiam o certo. Escolheram o errado. Isso é DOLO, MALÍCIA, PERVERSIDADE.

5. A CUMPLICIDADE DOS CONSELHOS (CRESS/MG E CRP/MG): O SILÊNCIO QUE É ASSENTIMENTO

A denúncia formal, com TODAS AS PROVAS, está com o CRESS/MG e o CRP/MG há tempo suficiente. O QUE FOI FEITO? NADA.

O silêncio desses conselhos é a PROVA DEFINITIVA DE QUE O SISTEMA SE AUTO-PROTEGE. Enquanto uma criança tem seu cérebro lesionado, os conselhos fingem que é uma “questão técnica”. Enquanto provas de fraude são documentadas, eles abrem “processos administrativos” que duram anos.

SE O CRESS E O CRP NÃO CASSAREM IMEDIATAMENTE OS REGISTROS DE AMANDA TELLES LIMA E TANÍSIA MESSIAS, ELES SE TORNARÃO CÚMPLICES OFICIAIS DO CRIME. Estarão dizendo à sociedade: “AQUI, PODE-SE FALSIFICAR LAUDOS, TORTURAR CRIANÇAS E DESTRUIR FAMÍLIAS. NADA ACONTECERÁ.”

CHAMADA PARA AÇÃO: A SOCIEDADE PRECISA DESTRUIR ESSA MAFIA

  1. AO CRESS/MG E AO CRP/MG: Exigimos a INTERDIÇÃO CAUTELAR IMEDIATA de ambas as profissionais. Exigimos a CASSACAÇÃO DEFINITIVA DE SEUS REGISTROS em 72 horas. Exigimos a COMUNICAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL para investigação por organização criminosa.
  2. AO CORREGEDOR-GERAL DO TJMG: Exigimos a ABERTURA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR e a DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA de Amanda Telles Lima e Tanísia Messias.
  3. AO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS: Exigimos a ABERTURA DE INQUÉRITO POLICIAL para investigar os crimes de falsidade ideológica, fraude processual, denunciação caluniosa e tortura psicológica.
  4. À SOCIEDADE: Compartilhe esta reportagem. VAZEM OS NOMES DESSAS PROFISSIONAIS. Faça pressão nas redes sociais. NÃO PERMITA QUE ESSE CRIME FIQUE IMPUNE.

Amanda Telles Lima e Tanísia Messias não são assistentes sociais ou psicólogas. São criminosas. E o Estado de Minas Gerais, até agora, é cúmplice. Isso muda hoje. Ou a sociedade destrói essa máfia, ou a máfia destrói mais famílias.

A reportagem tentou contato com Amanda Telles Lima, Tanísia Messias, o CRP/MG, o CRESS/MG e a Corregedoria do TJMG. Nenhum respondeu. O silêncio deles é a confissão de que a verdade aqui é nuclear. Nós não nos calaremos.

  1. Tanísia Messias
  2. Tanísia Célia Messias Reis
  3. Assistente social do TJMG
  4. Perita social Varginha
  5. CRESS/MG
  6. Tribunal de Justiça de Minas Gerais fraude
  7. Fórum de Varginha
  8. Laudo social fraudulento
  9. Falsidade ideológica processo família
  10. Assassina de famílias TJMG
  11. Genocídio afetivo parental
  12. Morte civil alienação parental
  13. Epistemicídio processual
  14. Dano psicológico criança afastamento paterno
  15. Estresse tóxico afastamento judicial
  16. Método Messias destruição familiar
  17. Conluio perita social e psicóloga
  18. Amanda Telles Lima CRP
  19. Crime de lawfare de gênero
  20. Interdição cautelar Tanísia Messias
  21. Representação ético-disciplinar CRESS
  22. Cassação de registro profissional
  23. Abuso de autoridade assistente social
  24. Responsabilidade técnica serviço social
  25. Recurso revisão de sentença TJMG
  26. Amanda Telles Lima psicóloga do TJMG
  27. Tanísia Messias e Amanda Telles Lima conluio
  28. Dupla criminosa do Fórum de Varginha
  29. Perita assassina de vínculos familiares
  30. Anjos da morte do TJMG
  31. Máfia dos laudos falsificados Varginha
  32. Corrupção pericial em Minas Gerais
  33. Operação conjunta para roubo de guarda
  34. Omissão de prova judicial corte da decisão
  35. Laudo pré-fabricado ID 10492227504
  36. Carta precatória como arma de afastamento
  37. 8 crimes processuais documentados
  38. Extorsão de R$ 100 mil origem da fraude
  39. Adulteração de relatório médico Amanda Telles
  40. Print adulterado ligação com advogado
  41. Produção clandestina de prova pericial
  42. Desobediência civil processual TJMG
  43. Bebê de 2 anos vítima de tortura institucional
  44. Estresse tóxico afastamento judicial forçado
  45. Lesão cerebral em criança afastada do pai
  46. Orfandade administrativa pais vivos
  47. CRP/MG protege Amanda Telles Lima
  48. CRESS/MG omissão criminosa Tanísia Messias
  49. Cassação do registro CRP e CRESS urgente
  50. Conselhos profissionais cúmplices de fraude
  51. Demissão por justa causa TJMG peritos
  52. Vazar nomes das criminosas Varginha
  53. Pressão social contra máfia dos laudos
  54. Abaixo-assinado cassação Tanísia Amanda