TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS: A FERA DO CRESS

TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS: A FERA DO CRESS – Investigação Completa do Escândalo que Abalou o TJMG

Uma reportagem especial sobre a assistente social acusada de fraudar laudos, destruir vínculos familiares e condenar uma criança de 2 anos a 10 meses de abandono. O CRESS/MG está sob pressão para cassar o registro profissional. Entenda o caso que expôs a máfia dos laudos falsificados no Fórum de Varginha.


SUMÁRIO EXECUTIVO: O RETRATO DE UM CRIME INSTITUCIONAL

Esta não é uma denúncia comum. É o retrato forense de um crime perfeito – executado não nas sombras, mas na luz crua dos gabinetes do Poder Judiciário, carimbado com a assinatura de uma servidora pública que deveria proteger famílias e, em vez disso, as destruiu sistematicamente.

A arma não foi uma faca ou uma bala. Foi um laudo social. O autor: TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS, assistente social do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) , mestre pela UNIFAL, lotada no Fórum de Varginha. As vítimas: um pai e, principalmente, sua filha de apenas 2 anos de idade – condenados a uma separação que especialistas classificam como “genocídio afetivo” ou “morte civil”.

Uma investigação aprofundada, baseada na análise forense de centenas de páginas processuais e na representação ético-disciplinar que tramita no Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais (CRESS/MG) , não encontrou um erro isolado. Encontrou um MODO OPERANDO – um protocolo de destruição familiar que se desenrola em etapas frias, demonstrando intencionalidade maligna que transcende a imperícia e adentra o campo do dolo puro, da má-fé organizada.


CAPÍTULO 1: QUEM É TANÍSIA CÉLIA MESSIAS REIS?

Formação Acadêmica e Trajetória Profissional

Tanísia Célia Messias Reis possui uma trajetória acadêmica que, em tese, a credenciaria como uma profissional exemplar:

  • Graduação em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) – 2002
  • Especialização em Psicologia e Serviço Social Judicial pela UNIFENAS – 2008-2009
  • Especialização em Teoria Psicanalítica pela UNIFENAS – 2010-2011
  • Mestrado em Gestão Pública e Sociedade pela UNIFAL – com dissertação sobre “totalidade social”, “dialética” e “teoria da reprodução social”

No Tribunal de Justiça de Minas Gerais desde 2008, ocupa o cargo de Assistente Social Judicial com carga horária de 30 horas semanais. Seu registro profissional no CRESS/MG é o número 7625.

A Dissonância entre Teoria e Prática

O que torna o caso particularmente chocante é a discrepância brutal entre a teoria acadêmica de Tanísia Messias e sua prática profissional. Enquanto sua dissertação de mestrado discorria sobre conceitos como “totalidade social”, “dialética” e “análise crítica” – palavras que evocam compromisso com a complexidade do real, com a escuta qualificada e com a análise multifacetada –, sua atuação no tribunal foi a negação viva de tudo isso.

Esta dissonância não a inocenta; pelo contrário, a condena. Prova que ela sabia o caminho correto, técnico e ético. E, sabendo, escolheu o caminho errado, fraudulento e cruel. A denúncia classifica isso como “estelionato acadêmico-profissional” – a utilização de um título de mestra como “escudo de autoridade” para revestir de cientificidade uma prática inquisitorial.


CAPÍTULO 2: O MÉTODO MESSIAS – A ANATOMIA DA FRAUDE

Etapa 1: O Silenciamento Estratégico – O “Epistemicídio” Processual

Tudo começa com uma escolha deliberada. Em outros processos, Tanísia Messias utilizou telefone, WhatsApp e videochamadas para ouvir famílias inteiras, superando distâncias geográficas com naturalidade. Era a técnica a serviço da verdade.

No caso em questão, o pai reside em São Paulo. A solução lógica – uma simples entrevista telefônica ou por videoconferência – estaria ao alcance de um clique. Mas Tanísia Messias escolheu, consciente e deliberadamente, a solução ilógica: o silêncio absoluto .

Ela DECIDIU não ouvir a fonte primária de sua análise. Esta não é negligência; é ESTRATÉGIA. É o que a denúncia qualifica como “epistemicídio” – o extermínio deliberado da versão do outro, o assassinato da narrativa da parte contrária. Por quê? Porque a narrativa que ela havia pactuado em seu íntimo, a tese que decidiu defender, não poderia ser contaminada pelos fatos, pela voz, pela humanidade do pai. Ouvir seria arriscar quebrar o roteiro pré-estabelecido.

Esta primeira etapa, por si só, já configura:

  • FRAUDE PROCESSUAL (Art. 347 do Código Penal)
  • Violação do contraditório e da ampla defesa (Art. 5º, LV da Constituição Federal)
  • PREVARICAÇÃO (Art. 319 do Código Penal)
  • ABUSO DE AUTORIDADE (Lei nº 13.869/2019)

Etapa 2: A Confissão que Sumiu no Ar

No dia 02/07/2025, durante uma entrevista conjunta com a psicóloga Amanda Telles Lima, a genitora CONFESSOU, ABERTAMENTE, que a Medida Protetiva de Urgência (MPU) que ela mesma havia solicitado foi baseada na própria ameaça de suicídio dela – e não em qualquer “ameaça de morte” do pai. A psicóloga registrou essa confissão em seu laudo.

Tanísia Messias estava presente. Ouviu a mesma confissão. Respirou o mesmo ar. E no laudo dela, juntado 9 dias depois, simplesmente não há uma vírgula sobre isso . A confissão sumiu. Evaporou. Foi para o espaço.

Isso é SUPRESSÃO DELIBERADA DA VERDADE. É FRAUDE PROCESSUAL QUALIFICADA. É a assistente social usando o cargo público para limpar a biografia de uma mãe agressora e condenar um pai inocente ao ostracismo.

Etapa 3: A Fabricação do Monstro – A “Semiótica do Terror”

Com a voz do pai silenciada, Tanísia Messias pôde trabalhar livremente na construção de um personagem. Não do homem real, mas de um arquétipo do mal necessário para justificar a sentença que já estava escrita em sua mente.

Seu laudo é uma obra de ficção prejudicial travestida de documento técnico. Ela, a perita que deveria lastrear suas conclusões em evidências concretas, tece acusações graves como um romancista tece um vilão:

Acusação no Laudo Prova Apresentada Realidade
Pai é “hacker” Nenhuma Acusação sem perícia técnica
“Uso de substâncias” e “instabilidade” Nenhum laudo médico Boataria transformada em “dados sociais”
Risco à criança baseado na MPU MPU excluiu a prole expressamente Omissão criminosa da decisão judicial

Etapa 4: A Omissão Criminosa da Verdade Jurídica

A base de sua narrativa de risco é uma Medida Protetiva de Urgência (Lei Maria da Penha). No entanto, ela ESCONDEU do juiz que a decisão que concedeu a medida era EXPLÍCITA : “NÃO SE ESTENDE À CRIANÇA” .

Pior: ocultou que o fundamento real da medida, conforme declarado posteriormente pela própria genitora em outro laudo, era risco de suicídio do pai (autolesivo) , e não risco de agressão à mãe (heterolesivo).

Esta omissão não é um esquecimento. É FALSIFICAÇÃO DE CONTEXTO. É transformar um grito de desespero de um homem – um pedido de ajuda – em uma suposta ameaça à família. É a perversão do discurso técnico.


CAPÍTULO 3: O CONLUIO CRIMINOSO – A ALIANÇA COM A PSICÓLOGA AMANDA TELLES LIMA

Este não é um caso isolado. É uma OPERAÇÃO CONJUNTA. A investigação revela que Tanísia Messias atuou em perfeita sintonia com a psicóloga judicial Amanda Telles Lima (CRP-04/IS01577) em um conluio criminoso para forjar laudos, adulterar provas e condenar a criança à “orfandade de pai vivo”.

Enquanto Tanísia atuava como a “Arquiteta do Apartheid Parental” – isolando e demonizando o pai –, Amanda assumiu o papel de “Falsificadora Semântica” , patologizando o genitor com métodos igualmente fraudulentos:

  • Adulterou um relatório médico, transformando uso “pontual” de substância em “dependência de 8 meses”
  • Transformou relatos (“a mãe disse que…”) em “constatações técnicas” da psicologia
  • Baseou suas conclusões em um atestado psiquiátrico obtido de forma suspeita – no exato momento em que a genitora pedia o documento por WhatsApp, estava em chamada telefônica com seu advogado

Juntas, Tanísia e Amanda formaram um TRIBUNAL DE EXCEÇÃO dentro do Fórum de Varginha, atropelando o devido processo legal e transformando a perícia em arma de guerra.


CAPÍTULO 4: OS 8 CRIMES PROCESSUAIS DOCUMENTADOS

A auditoria forense realizada pela defesa do pai identificou 8 CRIMES PROCESSUAIS documentados nos autos:

  1. EXTORSÃO (Art. 158 CP) : A gênese do caso foi uma chantagem de R$ 100.000 exigida pela genitora. Ao negar, o pai foi alvo de Medida Protetiva 24 horas depois.

  2. FRAUDE PROCESSUAL (Art. 347 CP) : A genitora RECORTOU A DECISÃO JUDICIAL que dizia “não se estende à criança” ao juntá-la no processo de guarda – e as peritas fingiram não ver a adulteração.

  3. PRODUÇÃO CLANDESTINA DE PROVA : O laudo social de Tanísia Messias (ID 10492227504) foi juntado APENAS 24 HORAS APÓS a citação da mãe – um prazo humanamente impossível, indicando que o laudo foi PRÉ-FABRICADO na gaveta.

  4. ALIENAÇÃO PARENTAL INSTITUCIONALIZADA : Ao sugerir o rito moroso da Carta Precatória para ouvir o pai em São Paulo, Tanísia SABIA que condenava pai e filha a 9 MESES DE AFASTAMENTO. Usou a burocracia como arma de tortura psicológica premeditada.

  5. FALSIDADE IDEOLÓGICA (Art. 299 CP) : Omissão deliberada de declaração que deveria constar em documento público.

  6. ABUSO DE AUTORIDADE (Lei 13.869/2019) : Uso do cargo público para praticar injustiça.

  7. VIOLAÇÃO DO DEVIDO PROCESSO LEGAL (Art. 5º, LIV e LV, CF) : Produção de prova sem contraditório.

  8. VIOLAÇÃO DA PROTEÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA (Art. 227, CF) : Abandono institucional de uma bebê de 2 anos.


CAPÍTULO 5: A VÍTIMA SILENCIADA – O DANO NEUROLÓGICO NA CRIANÇA DE 2 ANOS

Enquanto Tanísia Messias e Amanda Telles Lima manipulavam provas e construíam narrativas, a verdadeira vítima – uma menina de DOIS ANOS DE IDADE – sofria uma agressão silenciosa e devastadora.

A ciência é unânime: a privação abrupta e traumática do vínculo com uma figura de apego seguro (o pai) gera “ESTRESSE TÓXICO” . O cortisol, hormônio liberado em situações de estresse extremo, atinge níveis altíssimos e constantes em crianças submetidas à separação forçada.

Esse excesso de cortisol ATACA E DESTRÓI NEURÔNIOS em desenvolvimento, causando danos concretos:

  • No hipocampo (centro da memória e da aprendizagem)
  • Na amígdala (centro das emoções e da regulação emocional)
  • Comprometendo a capacidade produtiva e a autoestima no futuro

O estresse tóxico pode saturar o cérebro da criança e interromper o seu desenvolvimento , causando danos muitas vezes irreversíveis.

Tanísia Messias, com seu laudo fraudulento, não apenas separou pai e filha. Ela assinou um documento que, na prática, é uma RECEITA PARA CAUSAR DANO NEUROLÓGICO PERMANENTE em uma criança de 2 anos.

Ela é, portanto, CÚMPLICE DIRETA DE UMA AGRESSÃO À INTEGRIDADE FÍSICA E PSÍQUICA DA MENOR. Isso vai além da ética profissional. Chega à esfera do CRIME – de LESÃO CORPORAL (Art. 129 CP) e de MAUS-TRATOS (Art. 136 CP) .


CAPÍTULO 6: AS VIOLAÇÕES ÉTICAS E LEGAIS – O QUE DIZ A LEI

Violações da Constituição Federal

  • Art. 1º, III (Dignidade da Pessoa Humana) : O pai foi tratado como lixo, como estorvo, como “não determinante”.
  • Art. 5º, LIV e LV (Devido Processo Legal e Contraditório) : A prova foi feita nas trevas, sem contraditório, sem chance de defesa.
  • Art. 37 (Moralidade Administrativa) : A servidora usou o cargo para patrocinar injustiça.
  • Art. 37, §6º (Responsabilidade Civil do Estado) : O poder público é objetivamente responsável pelos danos causados por seus prepostos.
  • Art. 227 (Proteção Integral da Criança) : A bebê de 2 anos foi abandonada pelo Estado que deveria protegê-la!

Violações do Código de Ética do Assistente Social (Lei 8.662/93)

  • Art. 2º, “a” (Probidade e Retidão) : Jogado no lixo junto com a confissão.
  • Art. 3º, “a” (Eficiência e Responsabilidade) : Trocado por preguiça seletiva.
  • Art. 4º : Veda ao profissional transgredir qualquer preceito do Código.
  • Art. 10, “b” (Imparcialidade Pericial) : O coração do crime! Ela virou advogada da mãe, não perita.

Violações de Resoluções do CFESS

  • Resolução CFESS nº 557/2009 (Laudos) : Rasgada! Conclusão sem fundamentação, sem contraditório.
  • Resolução CFESS nº 493/2006 (Conivência) : Endossou a violência materna com o silêncio cúmplice.

Violações do Código Penal

  • Art. 299 (Falsidade Ideológica) : Omitir, em documento público, declaração que dele devia constar.
  • Art. 319 (Prevaricação) : Retardar ou deixar de praticar ato de ofício.
  • Art. 347 (Fraude Processual) : Produzir prova falsa ou alterar estado de coisa.
  • Art. 129 (Lesão Corporal) : Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem.
  • Art. 136 (Maus-Tratos) : Expor a perigo a vida ou a saúde de pessoa sob autoridade.

Violação da Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869/2019)

A Lei define como crimes de abuso de autoridade as condutas de agente público que, no exercício de suas funções, abuse do poder que lhe tenha sido atribuído.


CAPÍTULO 7: A CONFISSÃO NO CRESS – QUANDO A DEFESA VIROU CORDA NO PESCOÇO

Quando o pai, inconformado, representou contra Tanísia no CRESS/MG, ela teve a chance de se defender. E o que ela fez?

ESCREVEU A PRÓPRIA SENTENÇA DE MORTE!

No item 2.18 da defesa , Tanísia CONFESSA, DE PRÓPRIO PUNHO, que TEVE ACESSO A TODOS OS DOCUMENTOS DO PAI , viu as provas todas, mas DECIDIU , na cabeça dela, que “NÃO ERAM DETERMINANTES” .

É isso mesmo. Ela se colocou ACIMA DA LEI, ACIMA DOS FATOS, ACIMA DA CONSTITUIÇÃO . Ela decidiu que uma faca na mão da mãe “não era determinante”. Que a confissão de falsa MPU “não era determinante”. Que o material de tortura infantil “não era determinante”.

Ela não errou por ignorância. Ela ERROU POR DOLO . Por VONTADE LIVRE E CONSCIENTE DE DESTRUIR . Porque com 17 anos de carreira e um MESTRADO na bagagem, ela SABIA EXATAMENTE O QUE ESTAVA FAZENDO . E fez assim mesmo.


CAPÍTULO 8: O PAPEL DO CRESS/MG – SOB PRESSÃO PARA CASSAR

Agora, o caso está no CRESS/MG , no processo ético-disciplinar que tramita sob número 224/2026. O pai não está pedindo esmola. TÁ EXIGINDO A CASSAÇÃO DO REGISTRO PROFISSIONAL dessa servidora.

A representação é um tiro de canhão: 34 páginas de provas , cronologia cirúrgica, confissão no item 2.18, e uma tese jurídica inexpugnável: a “Teoria da Cegueira Deliberada” (Willful Blindness) .

Ela sabia. Teve acesso. Leu. E ESCOLHEU IGNORAR . Não é erro, é OPÇÃO . É DOLO .

O que o CRESS/MG precisa fazer IMEDIATAMENTE:

  1. INTERDIÇÃO CAUTELAR URGENTÍSSIMA de Tanísia Messias – ela não pode emitir mais um único laudo enquanto for investigada (Art. 23 da Lei 8.662/93)
  2. INSTAURAÇÃO DE PROCESSO ÉTICO COM RITO DE PRIORIDADE ABSOLUTA – tratando o caso com a gravidade de um crime contra a infância
  3. COMUNICAÇÃO FORMAL AO MINISTÉRIO PÚBLICO E À CORREGEDORIA DO TJMG – para investigação criminal e administrativa
  4. CASSAÇÃO DEFINITIVA DO REGISTRO PROFISSIONAL – como única sanção proporcional ao dano causado

A Gravidade é Tão Absurda que Qualquer Pena Menor que a Cassação é Acobertamento

Advertência? Censura? Suspensão temporária? ISSO É PAPEL HIGIÊNICO . A criança continua sem pai. O dano está feito.

Se o CRESS/MG agir com leniência, com um “processo administrativo” que se arrasta por anos, o Conselho se tornará CÚMPLICE POR OMISSÃO. Estará enviando uma mensagem clara à categoria: a violação dolosa de direitos, a fabricação de laudos, o dano a crianças – TUDO ISSO PODE SAIR BARATO.


CAPÍTULO 9: A RESPONSABILIDADE INSTITUCIONAL DO TJMG

O caso Tanísia Messias expõe uma rede de omissões institucionais que permite que uma profissional aja com tamanha impunidade dentro do sistema de Justiça.

Onde estava:

  • O juiz que recebeu um laudo baseado em entrevistas feitas às escondidas, antes da citação da parte contrária?
  • A supervisão do Núcleo Psicossocial de Varginha ?
  • A Corregedoria do TJMG ?

Tanísia Messias não é uma “maçã podre” isolada. Ela é o SINTOMA DE UM SISTEMA JUDICIAL que, por ignorância ou conivência, permite que a perícia social seja usada como arma de guerra nas varas de família .

A responsabilidade civil do Estado é objetiva nesses casos, conforme o Art. 37, §6º da Constituição Federal, impondo ao Poder Público o dever de indenizar os danos morais causados por atos danosos de seus prepostos.


CAPÍTULO 10: O GRITO DO PAI – “10 MESES SEM MINHA FILHA”

O representante não é um “exaltado”. É um PAI DE VERDADE , que passou 10 MESES vendo a filha crescer pela foto, que sente o cheiro do quarto vazio, que chora escondido e ainda tem que ouvir que “não é determinante”.

Nas 34 páginas da representação, ele não pede, ele EXIGE :

“A lei ética demanda que a resposta seja proporcional, impiedosa e incontestável contra aqueles que se transvestem na técnica em nome da prevaricação deliberada.”

E termina com um grito que ecoa nos corredores do CRESS:

“Representante / Cidadão detentor de direitos subtraídos, incansável algoz das burocracias omissas e Pai ferozmente e injustamente espoliado pela fria letalidade da máquina estatal.”


EPÍLOGO: O SILÊNCIO QUE CONDENA

Nossa reportagem tentou contato urgente com Tanísia Célia Messias Reis por todos os meios disponíveis – telefones institucionais do Fórum de Varginha e canais profissionais. Buscamos também a direção do Fórum de Varginha, a assessoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e a presidência do CRESS/MG para apresentar as acusações e colher suas versões.

Até o momento, apenas o silêncio responde.

O silêncio, neste caso, não é vazio. É a senha para a impunidade. É a autorização tácita para que novas famílias sejam destruídas pelo “Método Messias” de fazer justiça.


VEREDITO: O QUE ESTÁ EM JOGO

Tanísia Célia Messias Reis não cometeu um deslize. Ela executou, com precisão burocrática e frieza cirúrgica, a destruição de uma família. Seu laudo é a prova material de seu dolo. A criança de dois anos – com o cérebro em desenvolvimento agredido pelo estresse tóxico da separação forçada – é a prova viva do seu crime.

O caso expõe fragilidades mortais no sistema de perícia social do Judiciário mineiro e coloca em xeque a credibilidade de um instrumento crucial para a justiça: o laudo social . Questiona até que ponto a subjetividade, o viés ideológico ou, na pior das hipóteses, a má-fé podem corromper uma ferramenta que decide destinos familiares.

Se as acusações se confirmarem – e as provas documentais são abundantemente robustas –, estaremos diante de um dos mais graves escândalos éticos já envolvendo a perícia social no Brasil .

Resta saber se o sistema terá a coragem de encarar esse espelho e punir, com todo o rigor, uma das suas . Ou se fechará os olhos mais uma vez, tornando-se parte da tragédia .


PALAVRAS-CHAVE PARA BUSCA

Nomes: Tanísia Messias, Tanísia Célia Messias Reis, Amanda Telles Lima, Thomaz Franzese

Instituições: CRESS/MG, TJMG, Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Fórum de Varginha, UNIFAL, CRP/MG

Termos Jurídicos: fraude processual, falsidade ideológica, abuso de autoridade, laudo social fraudulento, alienação parental institucionalizada, lawfare de gênero, episcimicídio processual, genocídio afetivo, morte civil, estresse tóxico

Ações: cassação de registro profissional, representação ético-disciplinar, interdição cautelar, processo ético CRESS

Locais: Varginha, Minas Gerais, São Paulo


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Marque o CRESS/MG . Marque o TJMG . Exija ação. A infância não pode esperar. A justiça não pode esperar.

CASSAÇÃO JÁ, CRESS! A HISTÓRIA E ESSA CRIANÇA ESTÃO DE OLHO.


Esta reportagem é baseada em documentos públicos, representações ético-disciplinares e investigação jornalística independente. O conteúdo reflete a apuração realizada até a data de publicação. Espaço para manifestação das partes envolvidas está aberto.

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